Centro Novas Oportunidades

Centro Novas Oportunidades

Uma porta aberta para a qualificação escolar e profissional.

O que nos torna distingue:

  • A nossa simpatia e disponibilidade para todos com quem trabalhamos.
  • A preocupação em criar oportunidades que possibilitem que todos tenham acesso a uma qualificação escolar e profissional, assim de acordo, com o que fomos identificando como uma necessidade de alguns dos nossos candidatos, criámos:
  •  A Sala de Acolhimento de Crianças. Esta sala destina-se a todos aqueles que pretendam melhorar as suas qualificações escolares e/ou profissionais, que tenham filhos entre os 3 meses e 5 anos e que não consigam encontrar um equipamento onde os integrar. O acolhimento é gratuito.
  • A Mediateca. Sala de apoio ao CNO e à Formação, onde poderá consultar e fazer empréstimo de obras. Na mediateca existem também computadores disponíveis para utilização dos candidatos ao processo RVC.
  • A Preparação para as provas teóricas de candidatura ao Ensino Superior para maiores 23

De Abril a Junho de cada ano decorrerão sessões de preparação em várias áreas do saber.

Requisitos: realização de inscrição e entrega dos conteúdos programáticos publicitados pela instituição a que se candidata.

Como vai ser o seu percurso no CNO da Escola Intercultural?

Inscrição – 1º passo no CNO

Para o registo da inscrição deverá entregar: cópia do documento de identificação, número de contribuinte e certificado de habilitações.

Posteriormente, será contactado para dar início ao processo de diagnóstico

Fases de Diagnóstico:

As fases de diagnóstico são comuns para o básico e o secundário.

  1. Acolhimento: sessão de esclarecimento em grupo.
  2. Diagnóstico: com base numa entrevista individual, permite ao técnico desenvolver e aprofundar a análise do perfil do candidato.
  3. Encaminhamento: o técnico direcciona o candidato para a resposta formativa ou educativa que seja mais adequada em função do perfil identificado na fase de diagnóstico.

 

ENSINO BÁSICO

Como funciona?

O processo passa por várias fases:

1. Reconhecimento de Competências:

Nesta fase são realizadas sessões individuais e colectivas onde são trabalhados vários instrumentos de mediação, que irão permitir uma reflexão sobre a experiência de vida pessoal, social e profissional, com o objectivo de identificar e reconhecer as competências adquiridas. No decorrer destas sessões o candidato constrói e desenvolve o seu dossier pessoal.

2. Formação Complementar: Áreas de competências-chave (Básico 4º, 6º e 9º ano)

  • Linguagem e Comunicação (LC)
  • Matemática para a Vida (MV)
  • Cidadania e Empregabilidade (CE)
  • Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

A formação complementar no total das áreas de competências-chave não poderá exceder o limite de 50h.

3. Validação de Competências:

• O candidato deve relacionar as aprendizagens decorrentes da sua experiencia com o referencial de competências-chave.

• Preparação da sessão de júri de certificação com encontros dos candidatos com a equipa técnico-pedagógica.

 • A fase de validação culmina com uma sessão na presença da equipa técnico-pedagógica e o Avaliador Externo. Analisa-se os Dossiers Pessoais dos candidatos propostos a certificação, onde se verifica as evidências por eles apresentadas.

4. Certificação de Competências:

A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação constituído pelo técnico de RVC, pelos formadores e pelo Avaliador Externo. A certificação de competências consiste na confirmação oficial e formal das competências validadas através do processo RVCC.

5. Plano de Desenvolvimento Pessoal:

Esta etapa consiste na definição de um PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

Quem intervém no processo?

- Os candidatos aos processos de RVCC são acompanhados por uma equipa de profissionais que inclui os técnicos de RVC e os formadores.

- A equipa técnico-pedagógica trabalha com o candidato, no quadro de uma relação colaborativa.

- O papel da equipa é de suporte, sendo o candidato o verdadeiro protagonista de todo o processo.

 

ENSINO SECUNDÁRIO

Como funciona?

O processo passa por várias fases:

1. Fase de Reconhecimento de Competências

Nesta fase são realizadas várias sessões individuais e colectivas, que irão permitir uma reflexão sobre a experiência de vida, com o objectivo de identificar e reconhecer as competências adquiridas.

  • Apresentação do modelo do Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
  • Descodificação do Referencial de Competência-Chave
  • Abordagem autobiográfica
  • Orientação e organização do Portefólio Reflexivo de Aprendizagens

Áreas de competências-chave (secundário)

  • Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC)
  • Cultura, Linguagem e Comunicação (CLC)
  • Cidadania e Profissionalidade (CP)

 A formação complementar só se realiza quando o candidato apresenta necessidade, podendo acontecer em todas as áreas de competência-chave ou apenas naquelas que forem identificadas. A formação complementar no total das áreas de competências-chave não poderá exceder o limite de 50h.

2. Validação de Competências

  • O candidato deve relacionar as aprendizagens decorrentes da sua experiencia com o referencial de competências-chave.
  • Preparação da sessão de júri de certificação com encontros dos candidatos com a equipa técnico-pedagógica.
  • A fase de validação culmina com uma sessão na presença da equipa técnico-pedagógica e o Avaliador Externo. Analisa-se os Portefólios Reflexivos de Aprendizagens dos candidatos propostos a certificação, onde se verifica as evidências por eles apresentadas

3. Certificação de Competências

A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação constituído pelo técnico de RVC, pelos formadores e pelo Avaliador Externo.

A certificação de competências consiste na confirmação oficial e formal das competências validadas através do processo RVCC.

O que é preciso para obter a certificação?

Para obter a certificação terão que lhe ser reconhecidas/ validadas 44 competências mínimas, equivalentes a 44 créditos, distribuídos pelas 3 áreas: 16 em Cidadania e Profissionalidade; 14 em Sociedade, Tecnologia e Ciência e em Cultura, Língua e Comunicação.

4. Plano de Desenvolvimento Pessoal:

Esta etapa consiste na definição de i PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

Quem intervém no processo?

- Os candidatos aos processos de RVCC são acompanhados por uma equipa de profissionais que inclui os técnicos de RVC e os formadores.

- A equipa técnico-pedagógica trabalha com o candidato, no quadro de uma relação colaborativa.

- O papel da equipa é de suporte, sendo o candidato o verdadeiro protagonista de todo o processo.

O que é um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA)?

É um documento/registo dos saberes adquiridos ao longo da vida.

É um instrumento de auto-formação, auto-avaliação e de auto-orientação.

O PRA deverá apresentar como pilar a autobiografia, bem como, documentos e elementos que possam comprovar as experiências ocorridas ao longo da vida.

5. Plano de Desenvolvimento Pessoal

Esta etapa consiste na definição de um PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

 

PROTOCOLOS

  • Protocolos de Parceria assinados com o CNO:
  • Edificadora Luz e Alves, Lda.
  • AERLIS – Associação Empresarial da Região de Lisboa
  • SISEP – Sindicato dos Sindicatos de Seguros de Portugal
  • Sindicato dos Profissionais da Polícia
  • SINCOR – Sindicato Independente dos Correios de Portugal
  • Associação de Socorros Mútuos O Vigilante
  • Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação da Amadora
  • Grupo Portugal Telecom
  • Associação Avicultores Portugueses
  • Associação Humanidades
  • Centro Social do Bairro 6 de Maio
  • Feixe Luminoso – Associação
  • Associação Unidos Cabo Verde
  • Associação Ajuda de Mãe
  • O Companheiro – Associação de Fraternidade Cristã
  • Projecto Alkantara
  • Junta de Freguesia de Mira Sintra
  • Casa Seis - Associação para o Desenvolvimento Comunitário
  • CECD - Centro de Educação para o Cidadão Deficiente
  • A Meio Caminho - Associação Recuperação de Toxicodependentes
  • Fundação AgaKhan Portugal
  • Programa Escolhas
  • Centro de Atendimento a Toxicodependências da Amadora
  • Junta de Freguesia da Venteira
  • Junta de Freguesia da Falagueira
  • Bombeiros Voluntários de Queluz
  • Associação Moinho da Juventude
  • Junta de Freguesia Casal de Cambra
  • Hospital Fernando da Fonseca
  • Junta de Freguesia da Cruz Quebrada – Dafundo
  • CLDS – Vertente Sul de Odivelas
  • Associação “A Partilha” (Bairro do Zambujal)
  • ADFA _ Associação de Deficientes das Forças Armadas
  • APDP – Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal
  • Estabelecimento Prisional da Carregueira
  • Junta de Freguesia dos Anjos
  • Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins
  • Centro Comunitário de Algueirão Mem-Martins
  • Agrupamento de Escolas Visconde Juromenha
  • Faculdade de Motricidade Humana
  • Grupo Medinfar
  • Kidzânia
  • Centro Social e Paroquial Senhor Jesus dos Aflitos

 

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