Expo Amadora

O projecto surgiu a partir da ideia de pôr em prática uma metodologia inovadora capaz de, não só, dar a conhecer à população e a toda a comunidade escolar as boas práticas empreendidas no concelho quer por escolas, quer por empresas, mas sobretudo de responder ao desafio de mobilizar jovens e adultos para a integração escolar e/ou profissional, congregando num mesmo espaço escolas e empresas.

Neste sentido, a Expo Amadora constitui um projecto em prol da mudança social e económica, orientada para uma visão de futuro em que instituições escolares e empresariais devem estabelecer uma relação, cada vez, mais próxima e de envolvimento mútuo.

A EXPO Amadora decorre, anualmente, durante um período de 3 dias, tendo tido a sua edição no ano de 2008.

Neste ano de 2010, a EXPO Amadora foi trabalhada no sentido de criar mobilidades inter-multidisciplinares entre empresas, laboratórios, centros de investigação, estabelecimentos de ensino e institutos, de forma a garantir uma transversalidade entre entidades e respectivas áreas de actuação.

Descobrir, experimentar e inventar foram palavras de ordem, onde mexer foi permitido e o questionar obrigatório. Este foi o princípio assumido nesta edição que teve por base quatro áreas de conhecimento: ciência, ambiente, comunicação e tecnologia.

Zambujal Melhora

O Programa de Acção Zambujal Melhora tem como objectivo central alavancar a requalificação sócio-urbanística do Bairro do Zambujal. Trata-se, pois, de iniciar um processo de intervenção integrado de carácter dinamizador e demonstrativo.

Por forma a dar resposta às necessidades apresentadas pelo edificado, após a realização da devida avaliação e análise, a intervenção passará pela recuperação e melhoramento dos edifícios. No entanto, nem só de requalificação do edificado se trata este projecto; o processo de requalificação do Bairro do Zambujal será, também, uma oportunidade para dar início a um processo de mudança e desenvolvimento social. Oportunidade essa que será promovida por uma rede ampla de parceiros, na qual está inserida a Escola Intercultural.

Projeto para a Inclusão e Cidadania

O Programa para a Inclusão e Cidadania procura promover o reforço das políticas de promoção da inclusão social das crianças e jovens, bem como a adopção das medidas e dos instrumentos que se revelem necessários de forma a combater as causas e os processos de origem da exclusão social.

No ano lectivo de 2009/2010, a Escola Intercultural é a Entidade Gestora de 17 Programas Integrados de Educação e Formação (PIEFs) da Região de Lisboa e Vale do Tejo, designados por:

  • Alcabideche (Tipo 1 e PE);
  • Alcabideche (Tipo 2);
  • S. Domingos de Rana (Tipo 1 e PE);
  • Amadora (Tipo 1 e PE);
  • Amadora – Alfornelos (Tipo 1 e PE);
  • Bairro Padre Cruz (Tipo 2);
  • Bairro da Boavista (Tipo 1 e PE);
  • Bairro Padre Cruz (Tipo 1 e PE);
  • Loures – Sacavém (Tipo 1 e PE);
  • Benfica (Tipo 1);
  • Benfica – OC (Tipo 1);
  • Benfica (Tipo 2);
  • Benfica – OC (Tipo 2);
  • Almada (Tipo 1 e PE);
  • Almada – Monte da Caparica – SCMA (Tipo 1 e PE);
  • Almada – Feijó – ASDL (Tipo 1 e PE);
  • Almada - Monte da Caparica – SCMA (Tipo 2).

O PIEF integra um conjunto diversificado de medidas e acções prioritariamente orientadas para a reinserção escolar, através da integração no percurso escolar regular ou da construção de percursos alternativos, escolares e de educação e ou formação, incluindo actividades de educação extra-escolar, de ocupação e orientação vocacional de desporto escolar.

| Centro Novas Oportunidades

Uma porta aberta para a qualificação escolar e profissional.

O que nos distingue:

  • A nossa simpatia e disponibilidade para todos com quem trabalhamos.
  • A preocupação em criar oportunidades que possibilitem que todos tenham acesso a uma qualificação escolar e profissional, assim de acordo, com o que fomos identificando como uma necessidade de alguns dos nossos candidatos, criámos:
  • A Sala de Acolhimento de Crianças. Esta sala destina-se a todos aqueles que pretendam melhorar as suas qualificações escolares e/ou profissionais, que tenham filhos entre os 3 meses e 5 anos e que não consigam encontrar um equipamento onde os integrar. O acolhimento é gratuito.
  • A Mediateca. Sala de apoio ao CNO e à Formação, onde poderá consultar e fazer empréstimo de obras. Na mediateca existem também computadores disponíveis para utilização dos candidatos ao processo RVC.
  • A Preparação para as provas teóricas de candidatura ao Ensino Superior para maiores 23. De Abril a Junho de cada ano decorrerão sessões de preparação em várias áreas do saber.

Requisitos: realização de inscrição e entrega dos conteúdos programáticos publicitados pela instituição a que se candidata.

Como vai ser o seu percurso no CNO da Escola Intercultural?

Inscrição – 1º passo no CNO

Para o registo da inscrição deverá entregar: cópia do documento de identificação, número de contribuinte e certificado de habilitações.

Posteriormente, será contactado para dar início ao processo de diagnóstico

Fases de Diagnóstico:

As fases de diagnóstico são comuns para o básico e o secundário.

  1. Acolhimento: sessão de esclarecimento em grupo.
  2. Diagnóstico: com base numa entrevista individual, permite ao técnico desenvolver e aprofundar a análise do perfil do candidato.
  3. Encaminhamento: o técnico direcciona o candidato para a resposta formativa ou educativa que seja mais adequada em função do perfil identificado na fase de diagnóstico.

ENSINO BÁSICO

Como funciona?

O processo passa por várias fases:

1. Reconhecimento de Competências:

Nesta fase são realizadas sessões individuais e colectivas onde são trabalhados vários instrumentos de mediação, que irão permitir uma reflexão sobre a experiência de vida pessoal, social e profissional, com o objectivo de identificar e reconhecer as competências adquiridas. No decorrer destas sessões o candidato constrói e desenvolve o seu dossier pessoal.

2. Formação Complementar: Áreas de competências-chave (Básico 4º, 6º e 9º ano)

  • Linguagem e Comunicação (LC)
  • Matemática para a Vida (MV)
  • Cidadania e Empregabilidade (CE)
  • Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

A formação complementar no total das áreas de competências-chave não poderá exceder o limite de 50h.

3. Validação de Competências:

• O candidato deve relacionar as aprendizagens decorrentes da sua experiencia com o referencial de competências-chave.

• Preparação da sessão de júri de certificação com encontros dos candidatos com a equipa técnico-pedagógica.

• A fase de validação culmina com uma sessão na presença da equipa técnico-pedagógica e o Avaliador Externo. Analisa-se os Dossiers Pessoais dos candidatos propostos a certificação, onde se verifica as evidências por eles apresentadas.

4. Certificação de Competências:

A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação constituído pelo técnico de RVC, pelos formadores e pelo Avaliador Externo. A certificação de competências consiste na confirmação oficial e formal das competências validadas através do processo RVCC.

5. Plano de Desenvolvimento Pessoal:

Esta etapa consiste na definição de um PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

Quem intervém no processo?

- Os candidatos aos processos de RVCC são acompanhados por uma equipa de profissionais que inclui os técnicos de RVC e os formadores.

- A equipa técnico-pedagógica trabalha com o candidato, no quadro de uma relação colaborativa.

- O papel da equipa é de suporte, sendo o candidato o verdadeiro protagonista de todo o processo.

ENSINO SECUNDÁRIO

Como funciona?

O processo passa por várias fases:

1. Fase de Reconhecimento de Competências

Nesta fase são realizadas várias sessões individuais e colectivas, que irão permitir uma reflexão sobre a experiência de vida, com o objectivo de identificar e reconhecer as competências adquiridas.

  • Apresentação do modelo do Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
  • Descodificação do Referencial de Competência-Chave
  • Abordagem autobiográfica
  • Orientação e organização do Portefólio Reflexivo de Aprendizagens

Áreas de competências-chave (secundário)

  • Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC)
  • Cultura, Linguagem e Comunicação (CLC)
  • Cidadania e Profissionalidade (CP)

A formação complementar só se realiza quando o candidato apresenta necessidade, podendo acontecer em todas as áreas de competência-chave ou apenas naquelas que forem identificadas. A formação complementar no total das áreas de competências-chave não poderá exceder o limite de 50h.

2. Validação de Competências

  • O candidato deve relacionar as aprendizagens decorrentes da sua experiencia com o referencial de competências-chave.
  • Preparação da sessão de júri de certificação com encontros dos candidatos com a equipa técnico-pedagógica.
  • A fase de validação culmina com uma sessão na presença da equipa técnico-pedagógica e o Avaliador Externo. Analisa-se os Portefólios Reflexivos de Aprendizagens dos candidatos propostos a certificação, onde se verifica as evidências por eles apresentadas

3. Certificação de Competências

A certificação de competências realiza-se perante um Júri de Certificação constituído pelo técnico de RVC, pelos formadores e pelo Avaliador Externo.

A certificação de competências consiste na confirmação oficial e formal das competências validadas através do processo RVCC.

O que é preciso para obter a certificação?

Para obter a certificação terão que lhe ser reconhecidas/ validadas 44 competências mínimas, equivalentes a 44 créditos, distribuídos pelas 3 áreas: 16 em Cidadania e Profissionalidade; 14 em Sociedade, Tecnologia e Ciência e em Cultura, Língua e Comunicação.

4. Plano de Desenvolvimento Pessoal:

Esta etapa consiste na definição de i PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

Quem intervém no processo?

- Os candidatos aos processos de RVCC são acompanhados por uma equipa de profissionais que inclui os técnicos de RVC e os formadores.

- A equipa técnico-pedagógica trabalha com o candidato, no quadro de uma relação colaborativa.

- O papel da equipa é de suporte, sendo o candidato o verdadeiro protagonista de todo o processo.

O que é um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA)?

É um documento/registo dos saberes adquiridos ao longo da vida.

É um instrumento de auto-formação, auto-avaliação e de auto-orientação.

O PRA deverá apresentar como pilar a autobiografia, bem como, documentos e elementos que possam comprovar as experiências ocorridas ao longo da vida.

5. Plano de Desenvolvimento Pessoal

Esta etapa consiste na definição de um PDP para cada adulto certificado pelo CNO, tendo em vista a continuação do seu percurso de qualificação/aprendizagem ao longo da vida após o processo RVCC.

PROTOCOLOS

  • Protocolos de Parceria assinados com o CNO:
  • Edificadora Luz e Alves, Lda.
  • AERLIS – Associação Empresarial da Região de Lisboa
  • SISEP – Sindicato dos Sindicatos de Seguros de Portugal
  • Sindicato dos Profissionais da Polícia
  • SINCOR – Sindicato Independente dos Correios de Portugal
  • Associação de Socorros Mútuos O Vigilante
  • Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação da Amadora
  • Grupo Portugal Telecom
  • Associação Avicultores Portugueses
  • Associação Humanidades
  • Centro Social do Bairro 6 de Maio
  • Feixe Luminoso – Associação
  • Associação Unidos Cabo Verde
  • Associação Ajuda de Mãe
  • O Companheiro – Associação de Fraternidade Cristã
  • Projecto Alkantara
  • Junta de Freguesia de Mira Sintra
  • Casa Seis - Associação para o Desenvolvimento Comunitário
  • CECD - Centro de Educação para o Cidadão Deficiente
  • A Meio Caminho - Associação Recuperação de Toxicodependentes
  • Fundação AgaKhan Portugal
  • Programa Escolhas
  • Centro de Atendimento a Toxicodependências da Amadora
  • Junta de Freguesia da Venteira
  • Junta de Freguesia da Falagueira
  • Bombeiros Voluntários de Queluz
  • Associação Moinho da Juventude
  • Junta de Freguesia Casal de Cambra
  • Hospital Fernando da Fonseca
  • Junta de Freguesia da Cruz Quebrada – Dafundo
  • CLDS – Vertente Sul de Odivelas
  • Associação “A Partilha” (Bairro do Zambujal)
  • ADFA _ Associação de Deficientes das Forças Armadas
  • APDP – Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal
  • Estabelecimento Prisional da Carregueira
  • Junta de Freguesia dos Anjos
  • Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins
  • Centro Comunitário de Algueirão Mem-Martins
  • Agrupamento de Escolas Visconde Juromenha
  • Faculdade de Motricidade Humana
  • Grupo Medinfar
  • Kidzânia
  • Centro Social e Paroquial Senhor Jesus dos Aflitos
  • Junta de Freguesia de Massamá
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